Chegar à fase de ancião,
quando jovem, parece ser algo demasiadamente longe. De repente, a mocidade já está no retrovisor,
a iminência da velhice já é realidade e, como numa rápida corrida, Pronto!
Restam do passado as experiências e o legado.
A Igreja Adventista da
Promessa, sempre valorizou essa imensurável fonte de fortalecimento que existe
entre seus membros. Embasada na Bíblia
Sagrada, reconhece a pedagogia utilizada por tantos homens de Deus, tais como
Paulo e Elias que direcionaram seus discipulados, ensinando-os através de suas experiências.
Hoje, os recursos teóricos
como livros de alta ajuda, os cursos de relações humanas, entre outros, são
relevantes, contudo, não superam a importância do contato com a experiência
“viva”. É no mínimo, insensatez, achar-se autossuficiente a ponto de
menosprezar a voz do ancião ou da anciã.
Às vezes, o vigor e a
impulsividade da juventude, nos leva a acelerar sem “retrovisores e sem faróis”,
já sua junção à sensibilidade da observância e, obediência aos conselhos de
quem já conhece o caminho, nos dará a velocidade correta e o “GPS” para
desvencilhar dos obstáculos. E assim, chegar ao fim da estrada com maior integridade
e trazer a “tiracolo” seus discípulos, para a sequência do evangélho e, de suas
próprias idoneidades.
Texto: Mardone Vieira dos
Santos.
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