A
história demonstra de forma irrestrita que pensadores, homens e mulheres
idealistas, inteligentes e, imprescindivelmente, os gênios são dotados de um
temperamento forte. Uma lista de todos os exemplares, aqui, extrapolaria o
gênero textual; contudo, cito alguns de relevância concernente: Albert Einstein,
diante da idiotice da imprensa deixou sua marca, a lendária língua exposta;
Caravaggio, gênio da pintura chegou ao extremo ao especializar-se em esgrima, a
ponto de cometer um homicídio; Joana D’arc, idealista Francesa contra o domínio
inglês empunhou armas e comandou exércitos com mão-de-ferro; Aleijadinho chegou
a arremessar pedaços de gesso de suas esculturas na realeza, por não suportar a
hipocrisia; Raul Seixas, ainda que em época de ditadura, foi genial em seus
protestos irreverentes e inteligentes.
Para
um pensador visionário a interpelação banal ou insensata de alguém chega a ser uma
afronta. Seu senso crítico o impossibilita à passividade e, geralmente não se
sucumbe de cabeça baixa. Daí torna-se inevitável o revide, que geralmente é
consistente, embasado e incisivo. Compreendê-los não é algo tão fácil, pois,
além de ser uma questão de personalidade, requer a busca de muitos conhecimentos
para que haja uma mínima equiparação. Diante dessa inegável constatação, fica
uma dica para quem grita aos quatro ventos tentando convencer, embasado apenas
no senso comum: pense bem, antes de proferir apenas uma palavra vazia, a fim de
persuadir alguém com esse perfil.
Autor:
Mardone Vieira dos Santos.
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