domingo, 8 de dezembro de 2013

IMPULSIVIDADE – UMA MARCA DOS PENSADORES




A história demonstra de forma irrestrita que pensadores, homens e mulheres idealistas, inteligentes e, imprescindivelmente, os gênios são dotados de um temperamento forte. Uma lista de todos os exemplares, aqui, extrapolaria o gênero textual; contudo, cito alguns de relevância concernente: Albert Einstein, diante da idiotice da imprensa deixou sua marca, a lendária língua exposta; Caravaggio, gênio da pintura chegou ao extremo ao especializar-se em esgrima, a ponto de cometer um homicídio; Joana D’arc, idealista Francesa contra o domínio inglês empunhou armas e comandou exércitos com mão-de-ferro; Aleijadinho chegou a arremessar pedaços de gesso de suas esculturas na realeza, por não suportar a hipocrisia; Raul Seixas, ainda que em época de ditadura, foi genial em seus protestos irreverentes e inteligentes.

Para um pensador visionário a interpelação banal ou insensata de alguém chega a ser uma afronta. Seu senso crítico o impossibilita à passividade e, geralmente não se sucumbe de cabeça baixa. Daí torna-se inevitável o revide, que geralmente é consistente, embasado e incisivo. Compreendê-los não é algo tão fácil, pois, além de ser uma questão de personalidade, requer a busca de muitos conhecimentos para que haja uma mínima equiparação. Diante dessa inegável constatação, fica uma dica para quem grita aos quatro ventos tentando convencer, embasado apenas no senso comum: pense bem, antes de proferir apenas uma palavra vazia, a fim de persuadir alguém com esse perfil.



Autor: Mardone Vieira dos Santos.

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